Ijuí - Escola Ruyzão - Geografia - Ver o mundo com um outro olhar ... Venha comigo!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

DIA DO AMIGO!

Para vocês AMIGOS DO CORAÇÃO!

Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho.

Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras vemos apenas entre um passo e outro.

A todas elas chamamos de amigo.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

O que é o novo acordo sobre o clima?



O Protocolo de Kyoto foi firmado em 15 de março de 1997 na cidade de Kioto, no Japão. Lá ocorreu a 3ª Conferência das Nações Unidas para as mudanças Climáticas - COP-3 - quando firmou-se um acordo internacional para estabelecer metas de redução de emissão dos gases poluentes causadores do efeito estufa, que estaria ligado ao aquecimento global.

O tratado, foi ratificado por 174 nações e entrou em vigor em 2005.
Pelo Tratado de Kioto, os países industrializados se comprometeram a reduzir em pelo menos 5,2% as emissões desses gases entre 2008 e 2012, em relação ao que era emitido em 1990.

Como estamos em 2009, e este acordo irá expirar em 2012, um novo acordo está sendo discutido para substituí-lo. Já ocorreu uma reunião das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, em Poznan, na Polônia, em 13/12/08, onde foram feitas críticas de países em desenvolvimento e ambientalistas.
Desta vez a Conferência - COP-15 - será na cidade dinamarqueza de Copenhague, em dezembro deste ano quando as nações irão redefinir as metas de Kyoto e preparar um novo protocolo. As discussões sobre o assunto já estão ocorrendo.

"O objetivo básico é uma redução mais drástica na emissão de gases do efeito estufa a médio prazo, já para os anos de 2020 a 2050, para não deixar o aumento da temperatura média global ultrapassar 2ºC", esclarece Tercio Ambrizzi, professor do Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP).

Estudos indicam que a média da temperatura do planeta tem aumentado de 0,5ºC a 0,6ºC ao ano. "Se nada for feito e mantermos o ritmo de crescimento de hoje, os modelos matemáticos indicam que as temperaturas podem subir de 4 a 6ºC até 2100", alerta o professor, que participou da revisão do relatório do Painel Intergovernamental para a Mudança Climática (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo esse documento, 90% do agravamento do efeito estufa seria de responsabilidade da ação do homem.

Durante o último encontro dos membros do G-8 com os do G-5, no início de julho, na Itália, foi discutido alguns números para diminuir as emissões de gás carbônico no mundo, e os países industrializados, responsáveis por 80% delas, concordaram com uma redução de 50%.

As nações em desenvolvimento, porém, negaram-se a estipular metas. Atualmente, elas não são obrigadas a reduzir suas emissões de gases poluentes, apenas foi sugerida a colaboração delas. Porém no novo acordo deverá estar incluídas nas metas. "Provavelmente, esses países também deverão ter alguma forma de comprometimento oficial. Uma proposta recente sugere que a redução seja proporcional à industrialização de cada país. Dentro disso, o Brasil teria uma meta de 4 a 5%. Para algumas nações, isso significaria reduções de 50%, 60% e de até 80% do que emitem hoje, como seria no caso dos Estados Unidos", diz Tercio Ambrizzi. Para ele, o grande desafio é fazer com que haja comprometimento do ponto de vista do corte de emissões sem prejudicar o desenvolvimento econômico. "Vai ser preciso conseguir uma fórmula para ajustar esses dois fatores".

O professor destaca, para isso, a necessidade do desenvolvimento e emprego de novas tecnologias de energia limpa, como a eólica e a nuclear.

"Deve-se ressaltar que quase a totalidade dos povos da África queima lenha para cozinhar. Na Índia é bem pior, pois queimam esterco para sobreviver", afirma o professor Ricardo Augusto Felicio, do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). "O que não fica claro para a população em geral é que esses acordos não enfatizam o benefício de se usar tecnologias baratas para os mais necessitados, ou seja, grande parte do mundo", completa.

Muito do que se firmou neste Tratado de Kioto não aconteceu. As nações não levaram a sério o acordo e os índices de poluição e consequentemente de aquecimento global aumentaram trazendo sérias consequencias no mundo todo.

Que este novo acordo ou Tratado seja colocado em prática por todas as nações do mundo, desenvolvidas ou subdesenvolvidas.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Atualidades - o G8 .

Estamos estudando a industrialização nos países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Como parte deste estudo, também estudamos sobre o G8 ( formado por Estados Unidos, Itália, Japão, França, Canadá, Alemanha, Reino Unido e Rússia), como foi seu surgimento e como é hoje.

De 08 até 10 de julho na Itália ( na cidade de L'Aquila), ocorre mais um encontro anual do grupo de países mais desenvolvidos e com a presença de países chamados emergentes" ( Índia, China, África do Sul, México, Brasil e Egito), para discutir formas de amenizar os efeitos da crise global, o comércio internacional, incluindo a Rodada de Doha, agricultura e mudanças climáticas.

Líderes do G8 mais Brasil, Índia, China, México, África do Sul e Egito concordaram em evitar desvalorizações de moedas competitivas e pretendem promover um sistema financeiro internacional estável, segundo um esboço do comunicado.

O G8, que reúne os sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia, e o chamado G5 mais o Egito também prometeram concluir com sucesso a Rodada de Doha em 2010.
Os países vão ainda instruir seus ministros do Comércio para se reunir antes do próximo encontro do G20 em Pittsburgh em setembro, segundo um esboço do comunicado obtido pela Reuters.

No site Terra e nos demais jornais você pode acompanhar mais notícias sobre este assunto e manter-se bem informada.

http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200907081028_RED_78208675
http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200907091158_RTR_1247140684nN0998774

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A história das coisas.



O que é História das Coisas ?
Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.
História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.

História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.


A História das Coisas expõe assim as conexões entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando com fatos, que ao consumirmos de forma inconsciente e desmedida, estamos destruindo o mundo e nos auto-destruindo

Precisamosa criar uma maior consciência do problema para termos um mundo mais sustentável e justo para todos, para o planeta Terra e para futuras gerações.

Vamos conferir o vídeo do Youtube - A história das coisas - The story of stuff -





Além disso existe o programa "Ecopratico" da TV Cultura que merece seracompanhado:
1º Episódio: http://educchines.blogspot.com/2009/04/ecopratico-1-episodio.html
2º Episódio: http://educchines.blogspot.com/2009/04/ecopratico-2-episodio.html
3º Episódio:http://educchines.blogspot.com/2009/04/ecopratico-3-episodio.html

terça-feira, 2 de junho de 2009

Projeto: FRONTEIRAS NATURAIS: A QUESTÃO AMBIENTAL



Projeto: FRONTEIRAS NATURAIS: A QUESTÃO AMBIENTAL


Escola: Escola Estadual de Ensino Médio Ruy Barbosa
Série: 2º ano do E.M.
Disciplinas envolvidas: Geografia



Professora coordenadora: Maria do Carmo Bigolin


JUSTIFICATIVA: Este pequeno projeto “A QUESTÃO AMBIENTAL” visa envolver os alunos das 2ª séries de nossa escola na conscientização e luta pela preservação da vida no planeta Terra. Acreditamos que quanto mais pessoas engajarem-se em defesa do meio ambiente, maior será a possibilidade de mudança do atual quadro de degradação. Também somos sabedores da importância de conhecer e buscar mais informações, conceitos e princípios sobre o meio ambiente e um convívio sustentável no mesmo. Queremos sensibilizar os jovens alunos a cumprirem seu papel de cidadania na sociedade e identificarem-se como autores na busca por um equilíbrio ecológico compatível com a presença da espécie humana na Terra. A mudança de pensamento e, principalmente, de atitudes, dependem do conhecimento adquirido, das habilidades e vontade de colocar estes conhecimentos em prática.

Temas:
1) Dinâmica Externa da Terra
2) A erosão e a contaminação dos solos
3) Impactos ambientais em biomas brasileiros
4) A atmosfera e a poluição do ar atmosférico
5) Água: escassez e poluição
6) Desenvolvimento Sustentável


Mídias disponíveis: Computadores: sites de pesquisa da Internet, Word, Movie Maker, Power Point, Slideshare, videos do Youtube.
Máquina Digital, celulares, pen drive, cd
Mídias impressas e on line - jornais e revistas.
OBS: Também será usada a Biblioteca da escola: livros, revistas e jornais.

Objetivos:

1) Conhecer as características do espaço natural, sua formação e intervenções humanas que resultaram em graves impactos ambientais ao longo dos séculos.

2) Apresentar os principais problemas ambientais que estão ocorrendo no mundo atualmente, dando enfoque para os problemas brasileiros.

3) Integrar o conteúdo programático da escola à realidade procurando melhorar a compreensão e a qualidade do conhecimento adquirido pelo educando.

4) Estimular a adoção de atitudes cotidianas adequadas “ ecologicamente corretas” para evitar a exploração excessiva e o desperdício dos recursos naturais;

5) Incentivar os alunos para que sejam propagadores dos conhecimentos adquiridos neste trabalho na escola, em sua residência, bairro, etc.

Metodologia (como fazer):
· Assistir a documentários e/ou vídeos;
· Dividir a turma em grupos;
· Cada grupo receberá um dos conteúdos a ser pesquisado;
· Pesquisar dados e conteúdos relativos ao assunto do grupo;
· Após a pesquisa realizada, passar para a execução e montagem do vídeo no Movie Maker.
· Apresentação dos trabalhos na sala de multimídia.

Resultados esperados:
Como a proposta é um trabalho de criação para cada grupo, espera-se que todos sejam curiosos, envolvam-se na pesquisa, dividam responsabilidades e construam conhecimentos na disciplina de Geografia bem como em relação ao seu envolvimento e responsabilidade como habitante da Terra.

Tempo previsto para conclusão:
10 aulas (com os 2 períodos semanais)

Critérios de avaliação:
Motivação, criatividade, envolvimento na realização das etapas de trabalho (pesquisa, coleta de notícias da escola e cidade, trabalho em grupo...), conteúdo relacionado ao tema e coerente, a escrita e a qualidade dos textos e das produções, apresentação ao grande grupo.

Forma de socialização das produções:
· A socialização de cada trabalho deverá ocorrer nas turmas envolvidas na sala de multimídia;

domingo, 24 de maio de 2009

HIPERTEXTO construído por alunos.


Este é um dos hipertextos que os alunos construíram, à partir dos estudos sobre a ESTRUTURA INTERNA DA TERRA, trabalhando com HIPERTEXTO:


TRABALHO DE GEOGRAFIA

A FORMAÇÃO DO ESPAÇO NATURAL

· Origem do Universo;
· Origem da Terra;
· Origem dos Continentes;
· Estrutura da Terra: Camadas;
· Classificação das Rochas (quanto à origem);
· Ciclo das Rochas;
· Estrutura Geológica;

* Escola: E.E. De Ensino Médio Ruy Barbosa.
* Turma: 203
* Componentes do grupo:
­­ _­ Andressa Ferrari Basso
_ Diogo Mariotti
_ Ezequiela Basso Bernardi
_ Jaqueline Tomm Khran


A Formação do Espaço Natural


O espaço geográfico é o espaço construído e transformado pelo Homem.Mas basicamente é onde vivemos e o espaço das sociedades ou a dimensão espacial do social.
A teoria mais aceita sobre a origem do universo é a do Big-Bang , segundo a qual, antes de tudo o que está aí, constelações de estrelas, planetas, cometas, satélites, etc havia um ponto concentrando toda a matéria existente, e por isso mesmo com uma densidade altíssima. Em um momento qualquer houve uma grande explosão, fazendo com que a matéria existente neste ponto se espalhasse e se misturasse, formando todas as coisas existentes e com movimento de expansão em todo o universo, que emergiu de um estado extremamente denso e quente há cerca de 13,7 bilhões de anos.
A origem da terra data de 4,6 bilhões de anos atrás. Diz-se que após ser lançada do núcleo cósmico, começa o processo de formação. A Terra era formada por materiais líquidos ou pastosos, e devido à ação da gravidade os objetos muito densos foram sendo empurrados para o interior do planeta (o processo é conhecido como diferenciação planetária, enquanto que materiais menos densos foram trazidos para a superfície.
A origem dos continentes se deu com a fragmentação das terras imersas, de um bloco único - a PANGÉIA. Há duas teorias sobre esse fato: A teoria da deriva dos continentes - segundo Wegener teria existido uma única grande massa continental, a Pangéia. A principal evidência dessa teoria era a possibilidade de encaixe perfeito entre a costa ocidental da África e a costa oriental da América do Sul. A Pangéia teria se dividido em dois continentes: Laurásia (America do Norte e Eurásia) ao norte e Gondwana (América do Sul, África, Antártida, Austrália e Índia), assim as divisões foram se sucedendo até o que é atualmente; Teoria das placas tectônicas: surgiu após a deriva dos continentes. Afirma que os continentes se separaram devido ao movimento das placas tectônicas que estão em cima da astenosfera (substrato pastoso).
A estrutura Interna da Terra ( ou as suas camadas), está assim constituída: a crosta ( com materiais mais leves, as rochas e os minerais – é a Litosfera); o manto ( que é a camada intermediária) e o núcleo ( com os materiais mais densos) ou NIFE.
O núcleo consiste de uma porção sólida envolvida por uma pequena camada líquida. No núcleo se encontra uma massa pastosa (magma) que sai por fissuras na superfície como erupções vulcânicas e fendas oceânicas. É formado por ferro, níquel, urânio e silício.
O manto é altamente viscoso e composto por substâncias ricas em ferro e magnésio. O manto superior pode deslocar-se vagarosamente. As temperaturas do manto variam de 100 graus CELCIUS (na parte que faz interface com a crosta) até 3500 graus Celsius (na parte que faz interface com o núcleo).
A crosta (que forma a maior parte da litosfera, tem uma extensão variável de acordo com a posição geográfica) é a camada externa da terra. Em alguns lugares chega a atingir 70 km, mas geralmente estende-se por aproximadamente 30 km de profundidade. É composta basicamente por silicatos de alumínio, sendo por isso também chamada de Sial.
A fronteira entre manto e crosta envolve dois eventos físicos distintos. O primeiro é a descontinuidade de Mohorovicic (ou Moho) que ocorre em virtude da diferença de composição entre camadas rochosas (a superior contendo feldspato triclínico e a inferior, sem o mesmo). O segundo evento é uma descontinuidade de Gutemberg ou química que foi observada a partir da obdução de partes da crosta oceânica.
As rochas são agregados ou massas de um ou mais minerais e mineralóides, que constituem unidades definidas na crosta terrestre. Pela origem devem ser classificadas em: magmáticas ou ígneas, sedimentares e metamórficas.
As rochas magmáticas ou ígneas são aquelas resultantes da solidificação (resfriamento) do magma, o material em estado de fusão de que é constituído o manto. Como os minerais, ao passar do estado de fusão para o sólido, tendem a formar cristais, estes são freqüentes nas rochas magmáticas, que por isso são chamadas de cristalinas. A solidificação do magma pode ocorrer no interior ou na superfície da terra, daí também serão chamadas de: Rochas ígneas vulcânicas, extrusivas ou efusivas, que são formadas a partir do resfriamento do material expelido pelas erupções vulcânicas atuais ou antigas. A consolidação do magma, então, acontece na superfície da crosta ou próximo a ela. O resfriamento é rápido, o que faz a que estas rochas, por vezes, apresentem material vítreo, logo, possuem uma textura vidrosa (vítrea), ou seja, uma textura que não apresenta cristais (a olho nu) ou até mesmo uma textura hemicristalina, isto é, apresenta alguns cristais no seio de uma massa amorfa. O granito, o o diorito e o bassalto são exemplos desses tipos de rochas
As rochas sedimentares são aquelas formadas a partir da erosão, do transporte e da deposição de minerais- atividades realizadas pela água, pelo vento, por reações físicas e quimicas e pela ação dos seres vivos. Elas derivam de rochas que sofreram a ação de processos erosivos. São exemplos de rochas sedimentares: o Cálcario, a areia e o arenito.
As rochas metamórficas são àquelas que são formadas por transformações físicas e químicas sofridas por outras rochas, quando submetidas ao calor e à pressão do interior da Terra, num processo denominado metamorfismo. São o produto da transformação de qualquer tipo de rocha levada a um ambiente onde as condições físicas (pressão, temperatura) são muito distintas daquelas onde a rocha se formou. Nestes ambientes, os minerais podem se tornar instáveis e reagir formando outros minerais, estáveis nas condições vigentes. Não apenas as rochas sedimentares ou ígneas podem sofrer metamorfismo, as próprias rochas metamórficas também podem, gerando uma nova rocha metamorfizada com diferente composição química e/ou física da rocha inicial. São exemplos desse tipo de rochas o gnaisse e o mármore, dentre outros...
Os três grupos de rochas - magmáticas, sedimentares e metamórficas, transformam-se continuamente na natureza num conjunto de processos geológicos denominado o Ciclo das Rochas. Que é a erosão, o metamorfismo, o transporte e a cristalização do magma.
Assim, vimos que, Estrutura geológica é um conjunto de diferentes rochas de um lugar e os vários processos por elas sofridos, o que dá aos terrenos desse lugar uma característica própria. As rochas e os minerais não estão distribuídos de maneira uniforme na superfície terrestre. Sua disposição vai depender da ação das forças internas que agiram na Terra no decorrer do tempo geológico.
Está divida em três tipos: núcleos cratônicos ou escudos cristalinos ( rochas magmáticas e metamórficas do Pré-Cambriano e Paleozóico, desgastadas e com baixas altitudes); bacias sedimentares sofreram erosão e acumulação em depressões; das eras Paleozóica, Mesozóica e cenozóica) e as faixas orogênicas ( que são os dobramentos antigos, por exemplo as Serras do Mar e da Mantiqueira e os dobramentos modernos como por exemplo a Cordilheira do Himalaia, os Alpes, os Andes e as Rochosas).


terça-feira, 19 de maio de 2009

Elaborando um Hipertexto:



No post anterior vimos o que é HIPERTEXTO, suas características e exemplos.
Agora chegou a vez de elaborarmos um Hipertexto com um assunto do conteúdo da Geografia.
Inicialmente veja quais são os conteúdos (lembre-se que já tivemos uma introdução em sala de aula) que farão parte do HIPERTEXTO dos grupos:
- A origem do Universo;
- A origem da Terra;
- A origem dos continentes ( Teoria da Deriva dos Continentes e Teoria das Placas Tectônicas;
Sobre "A estrutura da Terra":
- Camadas e Estrutura Interna da Terra;
- Classificação das rochas quanto à sua origem;
- Ciclo das rochas;
- Estrutura Geológica.

Para fazer seu Hipertexto:
1) Abrir um documento no Linux ( Br writer);
2) Colocar o Título: " Hipertexto de Geografia - A Estrutura da Terra."
3) Montar o texto, ou o HIPERTEXTO:
- orientando-se pelo livro texto e caderno da disciplina de Geografia,
- acessando o site de busca do Google para encontrar páginas que tragam mais conhecimentos e conteúdos para a elaboração do texto e formação dos links,
- na Internet pesquise também imagens e animações que servirão de ilustrações e links.
4) Como fazer o hiperlink ou link:
- selecione a palavra,
- clique no ícone inserir hiperlink, que está na Barra de Ferramentas e cole o endereço da Internet onde está o assunto que você quer linkar e dê ok.
A palavra ou expressão que é link passa automaticamente a ser azul e sublinhada.
Repita a operação em todas as palavras que serão links.